Procuram-se empreendedores com projetos sociais com projetos aprovados para receber captação de recursos

0 0

O avanço das agendas de ESG e do investimento social privado tem ampliado o interesse de empresas por projetos de impacto positivo no Brasil. No entanto, a taxa de reprovação de propostas apresentadas por empreendedores sociais segue elevada, revelando um descompasso entre a intenção de investir e a maturidade técnica de grande parte dos projetos submetidos ao mercado corporativo.

Especialista em conectar oferta e demanda no ecossistema de impacto, a Brada se posiciona como a maior vitrine de projetos aprovados e legalmente aptos para captação via leis de incentivo fiscal, reduzindo assimetrias de informação e qualificando o processo de decisão das empresas. “Nosso papel é organizar o mercado e criar um ambiente mais eficiente, seguro e transparente para o investimento social privado, ampliando o impacto real dessas iniciativas”, destaca a CEO da Brada, Vanessa Pires.

De acordo com a executiva, o principal motivo para a recusa de propostas pelas corporações é a inadequação legal das iniciativas no que se refere ao enquadramento jurídico correto, segurança regulatória e capacidade de execução comprovada. Propostas que não atendem a esses critérios são automaticamente inviabilizadas, independentemente de sua relevância.

“Aspectos técnicos e estratégicos têm peso decisivo na análise. Clareza de objetivos, indicadores de impacto bem definidos, contrapartidas institucionais estruturadas e aderência às diretrizes de governança, compliance e ESG devem ser considerados, pois o investimento social está diretamente associado à mitigação de riscos, à transparência e à mensuração de resultados”, revela a CEO da Brada, Vanessa Pires.

O desconhecimento do funcionamento das leis de incentivo fiscal e a limitação da comunicação estratégica aparecem como os principais entraves práticos na aprovação dos projetos.  “Muitas propostas são elaboradas com foco exclusivo na causa, sem traduzir o valor institucional, reputacional e o impacto mensurável para a empresa incentivadora. Falhas no detalhamento de orçamento, cronograma, indicadores e plano de execução, além da ausência de um histórico consistente de prestação de contas também comprometem a credibilidade das iniciativas”, explica a CEO.

Dessa forma, a dificuldade não está na escassez de recursos, mas na falta de projetos que atendam aos parâmetros exigidos pelo mercado corporativo.

Muitas iniciativas com alto potencial transformador não avançam, por desconhecimento sobre as leis de incentivo. Focados na Lei Rouanet, empreendedores deixam passar oportunidades relevantes, que poderiam ser viabilizadas pelas Leis de Incentivo ao Esporte, o Fundo da Infância e Adolescência (FIA), o Fundo do Idoso, o PRONAS e o PRONON, por exemplo. 

Ao alinhar projetos sociais às exigências regulatórias e estratégicas do setor privado, a Brada contribui para fortalecer a governança do investimento social no país e ampliar o alcance de iniciativas capazes de gerar impacto mensurável e sustentável.

 

Claudia Campanha
1198263-4364
[email protected]
https://www.pressfc.com.br/
Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %