Plano para assassinar Ali Khamenei envolveu longo período de invasão de câmeras de trânsito na capital do Irã

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(Imagem: West Asia News Agency/Reuters)

Os serviços de inteligência israelenses invadiram quase todas as câmeras de trânsito de Teerã e as utilizaram durante anos para preparar o assassinato do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

De acordo com informações do Financial Times, as câmeras forneceram dados valiosos, identificando locais de estacionamento de altos funcionários iranianos e compilando informações sobre seus guardas e rotinas.

Além disso, Israel desativou torres de telefonia móvel perto da residência de Khamenei, impedindo que seus seguranças fossem alertados no dia do ataque.

Um oficial israelense destacou a familiaridade de sua equipe com Teerã, proporcionada por uma coleta meticulosa de dados realizada pela Unidade 8200 e agentes do Mossad.

Oportunidade de ataque

Quando a CIA e Israel identificaram que Khamenei estaria em seu escritório no Instituto Pasteur, em Teerã, agiram rapidamente para executar o ataque.

No dia do ataque, os Estados Unidos e Israel agiram contra o Irã, resultando na morte de Ali Khamenei e de outros funcionários iranianos de alto escalão.

Como resposta, o Irã atacou bases americanas no Golfo Pérsico, assim como Israel, desencadeando uma série de confrontos na região.

As consequências

Os ataques resultaram no bloqueio do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, impactando diretamente o comércio de petróleo e gás. Os mercados financeiros reagiram imediatamente, com aumento nos preços do petróleo e de metais preciosos.

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